segunda-feira, abril 21, 2014

Flamengo campeão carioca 2014! Enoli Lara

CLEO GUIMARÃES14.04.2014 12h03m
Dona do bumbum que, nos anos 80, foi considerado o mais bonito do país, Enoli Lara usou a parte mais famosa de sua anatomia para tripudiar da torcida vascaína nesta segunda-feira, um dia depois da conquista do campeonato carioca pelo Fla - mais uma vez sobre o time do Vasco.
Enoli publicou em seu perfil no Twitter uma montagem onde aparece nua, de frente para a torcida do rubro-negra, comemorando o título. Embaixo, a legenda "Salve Flamengo campeão carioca 2014! Minha paixão! Rubro-negro o meu tesão! Chupa Vasco!". Enoli tem uma relação antiga com o futebol e seus jogadores: em sua autobiografia, "Tributo ao prazer", lançada em 2010, ela conta detalhes de casos com alguns boleiros, entre eles, Renato Gaúcho, a quem dedicou um capítulo inteiro. "Ele foi um dos meus grandes amantes", disse, à época. 

segunda-feira, abril 14, 2014

FLAMENGO CAMPEÃO CARIOCA 2014!

                                                 Salve o Flamengo Campeão Carioca de 2014!
                                                                  É o Flamengo a minha paixão!
                                                                  É rubro-negro o meu tesão!
                                                                 Chuuuupaaa Vasco, vice eterno!!!

Lua Vermelha Paixão

Paixões Vermelhas: Luas de sangue, dia do Beijo e Flamengo Campeão Carioca 2014! Beijos Rubro-negros!

domingo, março 23, 2014

O NU DO CARNAVAL ENOLI LARA

ENOLI LARA O NU DO CARNAVAL



FÁBIO GRELLET / RIO - O Estado de S.Paulo Já era madrugada de 6 de fevereiro de 1989 quando a União da Ilha do Governador, escola de samba da zona norte do Rio, ingressou na Sapucaí para apresentar o enredo Festa Profana, que narrava orgias da antiguidade e a origem do carnaval.

 Até então, as mulheres mais cobiçadas do sambódromo carioca eram as modelos Luiza Brunet, Luma de Oliveira e Vanessa de Oliveira, rainhas de Portela, Tradição e Império Serrano, respectivamente. Os 90 minutos do desfile da Ilha incluíram nesse rol a escultora Enoli Lara.

 Aos 39 anos, ela se exibiu sobre um carro alegórico completamente nua, ou quase: vestia um adereço de cabeça, sandálias e um véu, que haviam lhe custado US$ 5 mil. Ao longo do desfile, Enoli abria o véu e simulava relações sexuais.


 O alvoroço causado pela foliona naquele desfile, que completa 25 anos, levou a Liga das Escolas de Samba do Rio a proibir o nu total. A partir de 1990, cada folião que desfila nu causa a perda de meio ponto à escola que representa.

 "Fui pioneira, não há como falar sobre nudez no carnaval do Rio sem citar meu nome", diverte-se Enoli, hoje com 64 anos. "Fui convidada pelo carnavalesco Ney Ayan para ser destaque, sobre um carro alegórico que imitava um templo, representando Afrodite, a deusa do Amor. Ele não fez nenhuma restrição quanto à fantasia. Escolhi peças lindas, uma cabeça em crinol preto com strass aurora boreal, o véu e as sandálias, e até pensei em usar tapa-sexo, mas achei desnecessário", conta.

 Tática. "Enquanto esperava o início do desfile, usei o véu para me cobrir. Por isso, ninguém imaginava que eu viria nua." Durante o desfile, o assédio a Enoli, que estava no alto de uma alegoria, resumiu-se a olhares, aplausos e gritos dos foliões. "Falavam que iriam me atacar quando eu descesse", relembra. Ao fim do desfile, ela foi acompanhada por seguranças até o próprio carro.

 Com receio de que a nudez total virasse rotina, a Liga decidiu proibir que os foliões desfilassem "com a genitália à mostra". Crítico da medida, o carnavalesco Joãosinho Trinta, então na Beija-Flor, decidiu levar à Sapucaí no ano seguinte o enredo Todo mundo nasceu nu. O ator Jorge Lafond, famoso homossexual que interpretou, entre outros, o personagem Vera Verão, desfilou em um carro alegórico com o corpo coberto apenas por purpurina.


 A Liga então ampliou a proibição, proibindo também a genitália "decorada e ou pintada", regra que se mantém até hoje. Algumas escolas já foram punidas por descumprir a norma - o caso mais recente foi da São Clemente, que perdeu meio ponto em 2008 por causa da nudez da modelo Viviane Castro, cujo tapa-sexo de 4 centímetros se desprendeu. "Essas meninas (que desfilaram nuas depois de Enoli) são todas minhas discípulas. Eu adoro quando isso acontece, porque a cada ocasião minha história é relembrada", diz.

Furor. O desfile de 1989 não foi o primeiro de Enoli. Um ano antes ela já havia causado furor na Sapucaí. "Em 1988 a União da Ilha iria homenagear o compositor flamenguista Ary Barroso e havia uma ala só com jogadores e dirigentes do Flamengo. Eu fui convidada para desfilar com eles, como rainha do clube. A escola não tinha dinheiro e me deu apenas um cocar vermelho. Pensaram que eu desfilaria com a camisa rubro-negra, mas decidi pintar o corpo com labaredas vermelhas e pretas que partiam da região genital", narra.

 Ela chegou ao sambódromo dez minutos antes do início do desfile da escola e teve de pintar o corpo na rua mesmo.

 "Quando os jogadores me viram, ficaram enlouquecidos", relembra. Depois do desfile, mesmo tomando todos os banhos possíveis, a tintura ficou pelo corpo por mais de uma semana", conta.


 Além da União da Ilha, Enoli também desfilou por outras escolas, como a Mangueira, mas está longe da Sapucaí desde 2000, quando defendeu a Vila Isabel. "Ainda hoje recebo convites tanto de escolas do Rio como de São Paulo. No Rio não me interesso, mas adoraria desfilar no Anhembi", diz.


sábado, fevereiro 01, 2014

Enoli Lara Genitália Desnuda- Carnaval

31/01/2014 06h54 - Atualizado em 31/01/2014 14h47

'Virei um mito', diz 1ª mulher a desfilar nua no carnaval do Rio, há 25 anos

Enoli Lara desfilou pela União da Ilha, em 1989, com enredo 'Festa Profana'. 'Detenho o DNA, o pátrio poder da genitália desnuda', diz, aos 64 anos.

Lívia TorresDo G1 Rio
Enoli com a fantasia do desfile da Ilha do Governador, em 1989, à esquerda, e no lançamento de seu livro à direita (Foto: Arquivo Pessoal)Enoli no desfile da Ilha, em 1989, e no lançamento
de seu livro à direita (Foto: Arquivo Pessoal)
“Tão cheia de pudor que vive nua", foi com a frase do Soneto do Orfeu, de Vinicius de Moraes, que Enoli Lara, a primeira mulher a desfilar totalmente nua na Marquês de Sapucaí, se descreveu. O feito aconteceu há 25 anos, quando a União da Ilha do Governador desfilou o enredo “Festa Profana”, no Sambódromo do Rio. No ano seguinte, em 1990, a “genitália desnuda” foi proibida no carnaval (veja trecho do polêmico desfile acima). Aos 64 anos, Enoli diz que se tornou mito, se considera um eterno símbolo sexual e fala que o carnaval foi o grande e inesquecível amor de sua vida.

“Eu fui o interdito, a bandeira libertária, o despudor que gerou o pudor. O carnaval foi um divisor de águas na minha história, assim como eu fui para o carnaval. Criou-se um regulamento depois da minha exibição na Avenida. Eu virei um mito, um ícone, uma lenda, uma musa, uma legenda e eterno símbolo sexual. Detenho o DNA, o pátrio poder da genitália desnuda. Jamais se falará dela sem invocar o meu nome. Omitir o meu nome é um sacrilégio, é apagar a história, é como negar a beleza das genitálias desnudas das nossas índias. 'Suas vergonhas, tão altas e tão cerradinhas e tão limpas das cabeleiras que, de as nós muito bem olharmos, não se envergonhavam'”, disse, citando a Carta de Pero Vaz de Caminha, de 1500, no descobrimento do Brasil.
Enoli com a fantasia de 1989 (Foto: Arquivo Pessoal)Enoli com a fantasia que desfilou pela União da Ilha 
em 1989 (Foto: Arquivo Pessoal)
Fantasia: par de botas
No carnaval de 1989, Enoli representou a deusa grega Afrodite, vestindo apenas um par de botas. No ano seguinte, o carnavalesco Joãosinho Trinta criticou a proibição no enredo “Todo Mundo Nasceu Nu”, da Beija-Flor. O ator Jorge Lafond desfilou com o corpo todo coberto de purpurina. A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) respondeu à provocação ampliando a regra: estava terminantemente proibido desfilar com a “genitália desnuda, pintada ou decorada”.
Em 1992, a regra fez uma vítima: o próprio Joãosinho. O ator Torez Bandeira desfilou pela Beija-Flor vestindo apenas um esparadrapo, que acabou caindo de seus genitais durante o desfile, custando perda de pontos à escola.
Amor com o 'Rei de Roma'
“Fui convidada pela União da Ilha e o carnavalesco Ney Ayan, para vir como deusa Afrodite e ele me deixou à vontade para criar a fantasia. Nunca fui convidada a desfilar nua, eu fui a pioneira, decidi por minha conta e risco exibir a nudez no carnaval. No domingo, dia do desfile, eu passara a tarde toda fazendo amor com o 'rei de Roma' (Paulo Roberto Falcão, ex-jogador de futebol). Pensei: deusa não usa calcinha e venho no carro representando uma cena de sexo. Combinamos, eu e o 'rei de Roma' que ao passar pelo camarote ia exibir o meu sexo para ele e ele jogaria champanhe para brindar. A sensação foi catártica, indescritível, única. Os olhares gulosos, meu portrait sexual ficou frisado na zona escopofílica de homens e mulheres, de milhares de pessoas, mundo afora. Eu me senti um totem espargindo energia sexual, vibrações e emanações amorosas, numa orgia sacro-profana”, revelou Enoli.
Renato Gaúcho ao lado de Enoli no desfile da Ilha de 1988 (Foto: Arquivo Pessoal)Renato Gaúcho ao lado de Enoli no desfile da Ilha
de 1988 (Foto: Arquivo Pessoal)
Futebol, carnaval e sexo
Ao relembrar sua história, Enoli diz que o futebol foi seu primeiro cúmplice no carnaval. Um ano antes de desfilar completamente nua, ela, que também é artista plástica e escritora, foi convidada pela diretoria do Flamengo para esculpir os troféus que eles levariam para os jogos amistosos nos Estados Unidos e México, em 1988. Junto com esse convite, foi chamada para desfilar na União da Ilha, no enredo “Aquarilha do Brasil”, em homenagem ao compositor Ary Barroso, que era flamenguista. Enoli desfilou toda pintada com as cores do rubro-negro, como rainha do clube, junto com os jogadores e a diretoria.
“A escola não tinha patrono para bancar as fantasias, só me deram um cocar vermelho, pois achavam que eu desfilaria com a camisa do clube. Como sou artista plástica, idealizei o símbolo da euforia do carnaval, do futebol e do samba, como uma fogueira incandescente que incendiando o meu sexo, lambia o corpo todo. Saí correndo com a tinta fresca, tentando entrar no meio dos jogadores. Foi um escândalo, quando os jogadores e diretores me descobriram nua. Tumulto geral. Ficou sério e poderia prejudicar a escola no quesito evolução. Estava chamando tanto a atenção do público, que quiseram me colocar próximo à bateria. Mas não deu. Fui agarrada pelo jogador mito nos campos e fora dele, Renato Gaúcho, entre outros. Assim estreei o primeiro nu pintado, a genitália pintada, no carnaval. Depois vieram, com pintura corporal, Roberta Close e Ângela Bismarchi, mas com tapa-sexo”, recordou.
'Peça única, sem reprodução'
Enoli diz que, se pudesse, viveria nua, mas não dispensaria os saltos altos. Ela diz que não possui plástica, exceto silicone há 20 anos, e não fez qualquer intervenção cirúrgica ou com medicamentos para rejuvenescimento. A artista plástica também contou que adora ir à praia sem roupa e se exibir. Mesmo assim, diz que a ideia de desfilar desnuda novamente não a encanta mais.
“No carnaval sou personagem, arquétipo, faço parte de uma história, de uma fantasia, então posso tudo. Enquanto personagem, deusa, sacerdotisa, não se tem referência à idade cronológica, então ainda posso me exibir em triunfo. Mas não me encanto com a ideia de desfilar desnuda novamente. Acho que certos fatos são únicos e irreproduzíveis. É como peça única, sem reprodução”, concluiu.
Na academia, Enoli mostra que ainda está em ótima forma (Foto: Arquivo Pessoal)Na academia, Enoli mostra que ainda está em ótima forma (Foto: Arquivo Pessoal / Solange Duarte)

quarta-feira, janeiro 15, 2014

" O CAVALEIRO e a CAVALGANTE" by ENOLI LARA

" O CAVALEIRO E A CAVALGANTE" By Enoli Lara


 " Ele tem o contorno do desejo e a exuberância da luxúria.Alto, olhos oblíquos, cor de mel.É o macho alfa por excelência.
 Tudo nele transpira virilidade.É com os garanhões, reprodutor da melhor estirpe, um quarto de milha campeão. 


 Ele é o senhor de toda a mulher, deliciosamente vicioso. As narinas dilatadas lembram um cavalo fogoso na monta, cobrindo muitas éguas, único, absoluto. 

 Como resistir a esse homem? 
 Ele brinca com o tesão alheio, ludibria, provoca, multiplica. 
 É como se dissesse: 
 - Faça sexo comigo e faço você gozar mil vezes. Estar com ele , tocá-lo, beijá-lo devorá-lo beber dele, tê-lo dentro todo , imenso, é fantasia delirante e sonho real.Nada no corpo da fêmea, nenhum músculo fica sem se mover.Ele injeta vida.É caloroso e ardente. 



 É minha alma gêmea.Em outras encarnações reinamos juntos e seduzimos mundos. Fomos imperadores, imperatrizes, reis, rainhas, sacerdotes, astros, sob a égide do prazer. 

 Ah!Homem dos meus sonhos!Com que ansiedade fui ao seu encontro. Dessa vez ficaríamos na fazenda, o que me deixou fascinada pela possibilidade de realizar ousadas fantasias. 

 Como lúbricos amantes, no crepúsculo, ambos montaríamos o mesmo animal, Equus, um quarto de milha campeão. 

 Meus cabelos ao sabor do vento, no corpo apenas um vestido transparente esvoaçante, revelando a pele dourada pelo sol e o bumbum desnudo. 


 Sentei sobre o seu colo, do balanço do trote do garanhão, ao rebolado dos meus quadris, seu membro se projetava, com fortes movimentos, me jogando sobre o pescoço do animal, o que me fez agarrar fortemente à sua crina. 

 Meu cavaleiro, me puxa pelos cabelos, aproximando seus lábios dos meus e me beija sofregamente. 

 Ele invade o meu corpo como se quisesse deixar ali todo o universo do seu sexo.E eu me alimento, renasço como uma bela flor turgescente, se abrindo.Ao mesmo tempo liberto-me como uma égua selvagem, cavalgando livre num horizonte sem fim. 

 O desejo dentro do meu ser , me consome.Meu corpo dobrável, ofegante , maleável, vai ficando cada vez mais macio ao ser possuído por ele.Ele entra em mim em total possessão, como um garanhão , galopando em fúria indomável. 

 A medida que acelerava a cavalgada, ele me suspendia e depois cravava sem dar chance de separar os sexos um do outro.

 O suor, o cheiro do garanhão, misturado ao odor másculo do meu homem, seu hálito perfumado, sua pele quente,sua pegada vigorosa, tornavam a transa equestre viciante. 

 Como uma cavalgada sobre dois cavalos ao mesmo tempo, deflagrei uma trotada frenética sobre o membro teso do garanhão selvagem. 

 Magníficos como dois animais, estremecemos em orgasmos indomáveis.Essa imagem me excita tanto que faz parte da minha memória erótica e se faz presente, em cenas de masturbações constantes. 

 Fomos invadidos por uma onda de felicidade que fez nossos corpos sacudirem, tremerem e gozarem juntos.



 Tentei fugir com medo do desejo louco tomar conta desse cavaleiro bandido, que me obriga a ansiar pelo crime, que me tira o comando, que faz como quer, não me permite ser a fêmea alfa. Ele sabe que ador ser dominada na transa e ele tem a tara da dominação.

 O ar morno da noite e a lua brilhante prenunciavam um sonho orgástico, em desvairada excitação e instinto galopante. 

 Fomos para a cocheira.Eu usava um corselet vermelho, estilo barrigueira de égua e botas longas até a virilha. 


 Ao me aproximar do meu reprodutor, excitada pelo seu membro volumoso e túrgido, me ajoelhei, beijei o sexo do meu cavaleiro, acaricio com a língua gulosa, passeio pela cabeça rija e latejante, como se forma oblanceolada fosse.

 Ele, então, puxa como rédeas os meus cabelos e mergulha todo o seu sexo no meu profundo corredor bucal. 

 Eu, como uma felina, varada de fome, sugava, despudoradamente. 

 O meu cavaleiro campeão me deixa de quatro e faz a monta , cavalgando ensandecidamente , até o meu corpo entrar em convulsão, penetrando no fundo do meu ventre, que pulsa e se contrai. 

 Gemidos e urros de êxtase, de vigorosos e violentos orgasmos, são o prenúncio da largada do seu pulsante membro, inundando de sêmen quente e abundante o meu sexo e o meu torso de genuína fêmea , puro sangue inglês.

 E ele goza, goza, goza. 


 Trilogia do Prazer a sacerdotisa do sexo 

Enoli Lara